Histórias

Cigarros, Café e alguns assassinatos… Parte IV

NOTA: Antes de dar continuidade á nossa história, gostaria de pedir desculpas pela demora em postar essa quarta parte, e por estar ausente dos blogs, e redes sociais nos últimos dias. Estive doente, mas agora tô melhor e tô voltando! Espero que entendam e que aproveitem a história nesse seu quarto capitulo!

{…}
É quinta feira, e Violet já começou seus preparativos para seu final de semana com Leonard Sky, o último final de semana que teria de passar ouvindo todas as baboseiras românticas, cantadas mal feitas e o eterno interrogatório de Leonard sobre o governo. Depois daquele final de semana, Violet estaria livre da sua pequena praga chamada Leonard Sky.
– Senhorita Manson? – Falou uma voz desconhecida ao telefone.
– Sim, é ela. Quem fala? – Perguntou Violet.
– Ah me desculpe, sou o garoto da casa do lago que a senhorita alugou para esse final de semana. Só estou ligando para confirmar que irá alugar esse final de semana. – Disse o garoto.
– Ah sim, irei alugar. Aliás irei hoje aí para acertarmos tudo. – Respondeu Violet.
– Ótimo então. Até logo senhorita Manson. – Disse o garoto.
– Até. – Respondeu Violet.

Violet pagou adiantado sua estadia na casa do lago, se certificou de que todas coisas que precisava estavam devidamente afiadas, e carregadas, ela verificou cada misero detalhe, pois nada poderia sair errado ou então ela e seus clientes estariam muito mais que fudidos. Pediu conselhos ao Daniel, pediu explicações de como usar uma arma a Mayson, conversou com Pedro para aliviar sua ansiedade.
– Se disser que não estou com medo estaria mentindo descaradamente. – Disse Violet ao telefone.
– Minha senhorita Manson com medo de um otário qualquer? Céus onde foi que eu errei? – Disse Pedro.
– Você nunca perde seu senso de humor não é mesmo? – Disse Violet irritada.
– Você sabe que as vezes eu perco. Não há motivos para ter medo, você conhece muito bem dessa arte, não terá problemas. – Disse Pedro.
– É o que eu espero. Tenho que ir, se cuide e tente não matar ninguém ai. – Disse Violet.
– Boa caçada senhorita Manson, e eu tentarei. – Respondeu Pedro.

{…}
E finalmente chegou a sexta feira, e com ela o último encontro de Leonard e Violet. Embora Violet esteja ainda muito nervosa, está confiante. São 19:30 e eles iram se encontrar as 20:00 na frente do bar onde eles se conheceram Violet chegou uns minutos antes e não ficou nem um pouco surpresa por já encontrar Leonard lá. 
– Pelo visto alguém estava mais ansioso do que eu. – Disse Violet cumprimentando Leonard com um leve beijo.
– Estava mesmo, e você não faz ideia do quanto. – Respondeu Leonard.
– Então vamos? – Perguntou Violet apontando para seu carro.
– Só se for agora, vou só pegar minha mochila. – Respondeu Leonard. 
Eles embarcaram no carro e Violet começou a dirigir, levou cerca de três horas até chegar na tal casa. Então eles desembarcaram e levaram suas coisas para dentro. Ao chegar lá dentro Violet serviu o vinho e começou a preparar o jantar. Entre uma taça de vinho e outra Leonard se soltava mais e agarra Violet com mais frequência, porém Violet não é uma grande fã de contato físico e na maioria das vezes tentou se esquivar, e quando não podia, sedia. 
Depois do jantar eles sentaram no sofá para mais um pouco de vinho e para conversar sobre esse suposto romance que estaria surgindo. Porém Leonard não esperava que aquele vinho o faria desmaiar. Com Leonard desmaiado, Violet com um pouco de esforço o prendeu na cama do quarto apenas de cueca, e quando acordou Leonard acreditou estar vivendo em alguma fantasia sexual.
– Não imaginei que você seria dessas gata. – Disse Leonard.
– Mas eu não sou mesmo. – Respondeu Violet.
– Não então o que isso significa? – Perguntou Leonard.
– Significa que você é um idiota e que está sob meu controle. – Respondeu Violet Sorrindo.
– Então pode tomar total controle de mim sua safada! – Disse Leonard.
– Falando assim até me lembra meu pai sabia? Sabe o que eu fiz com ele? – Perguntou Violet.
– Não, o que? – Perguntou Leonard.
– O matei. – Disse Violet fazendo um corte profundo no antebraço de Leonard. 
{…}
C. M. De Lima

Deixe um comentário